Palpitações ou tontura? Saiba quando seu coração pede atenção por arritmia

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Você já sentiu o coração acelerar ou pular e ficou em dúvida se é sério? Este guia explica de forma clara o que é a arritmia cardíaca, tipos comuns, causas, sinais que merecem atenção, riscos, exames e opções de tratamento — para você cuidar melhor do seu coração.

  • Arritmia cardíaca: batimentos irregulares, mais rápidos ou mais lentos que o normal.
  • Pode ser silenciosa ou causar palpitações, tontura, falta de ar e desmaios.
  • Alguns tipos aumentam o risco de AVC, insuficiência cardíaca ou parada cardíaca.
  • Diagnóstico por ECG, Holter, ecocardiograma e, quando necessário, estudos eletrofisiológicos.
  • Tratamento: medicamentos, ablação, marcapasso ou desfibrilador; prevenção com hábitos saudáveis.

O que é arritmia cardíaca e como afeta você

Arritmia cardíaca é qualquer alteração no ritmo ou na frequência dos batimentos. Em repouso, um coração saudável bate entre 50 e 100 vezes por minuto. Abaixo de 50 fala-se em bradicardia; acima de 100, sem esforço, em taquicardia. Esses desvios podem causar falta de ar, tontura, fraqueza e perda de consciência, ou muitas vezes não apresentar sintomas.

Principais tipos

  • Fibrilação atrial: a arritmia mais comum, ocorre nos átrios e aumenta o risco de AVC.
  • Taquicardia paroxística supraventricular (TPSV): episódios súbitos de batimentos muito rápidos, geralmente com palpitações e tontura.
  • Bradicardia: ritmo lento, pode provocar fadiga, tontura e desmaios; pode exigir marcapasso.
  • Taquicardia e fibrilação ventricular: afetam os ventrículos e são emergências médicas.
  • Extrassístoles: batimentos prematuros; isolados são geralmente benignos, se frequentes merecem avaliação.
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Causas e prevenção

Causas comuns: doenças cardíacas, infarto prévio, desequilíbrios eletrolíticos, problemas da tireoide, álcool e estimulantes, alguns medicamentos e causas genéticas. Idade avançada aumenta a probabilidade.

Prevenção prática:

  • Controle pressão arterial, diabetes e colesterol.
  • Pare de fumar; modere álcool e cafeína.
  • Mantenha peso saudável, pratique atividade física regular e durma bem.
  • Faça check-ups periódicos e siga orientações médicas.

Sintomas e quando procurar ajuda

Sinais de alerta: palpitações intensas, tontura persistente, desmaio, dor no peito ou falta de ar. Procure atendimento médico imediatamente se houver desmaio, dor torácica intensa ou dificuldade respiratória. Em situações não emergenciais, agende uma consulta com cardiologista.

Como é feito o diagnóstico

  • Eletrocardiograma (ECG): registra a atividade elétrica do coração.
  • Monitor Holter: grava por 24 horas ou mais para detectar eventos intermitentes.
  • Teste de esforço: avalia arritmias relacionadas ao exercício.
  • Ecocardiograma: avalia estrutura e função cardíaca por ultrassom.
  • Estudos avançados (ressonância, estudo eletrofisiológico, testes genéticos) quando necessário.

Para informações detalhadas sobre métodos diagnósticos e orientações clínicas, consulte https://nav.dasa.com.br/blog/arritmia-cardiaca.

Tratamentos disponíveis

A escolha depende do tipo de arritmia e do risco individual. Opções comuns:

  • Medicamentos: antiarrítmicos, betabloqueadores e anticoagulantes (quando há risco de coágulos).
  • Ablação por cateter: destrói pequenas áreas que provocam arritmia.
  • Marcapasso: indicado para bradicardias e bloqueios.
  • Cardiodesfibrilador implantável (CDI): para prevenção de morte súbita em casos de risco elevado.

A terapia é personalizada para reduzir sintomas e prevenir complicações como AVC e insuficiência cardíaca. Para orientações sobre tratamentos específicos, veja também https://nav.dasa.com.br/blog/arritmia-cardiaca.

Riscos e prognóstico

O risco varia conforme o tipo de arritmia e a condição cardíaca associada. A fibrilação atrial, por exemplo, eleva o risco de formação de coágulos e AVC. Arritmias não tratadas podem piorar a função cardíaca e, em cenários graves, levar à parada cardíaca. Diagnóstico precoce e seguimento adequado melhoram significativamente o prognóstico.

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Conclusão

A arritmia cardíaca pode ser silenciosa ou apresentar sinais claros — palpitações, tontura, desmaio, falta de ar ou dor torácica. Ao notar sintomas preocupantes, procure avaliação médica. Exames como ECG, Holter e ecocardiograma ajudam no diagnóstico; tratamentos existem e são adaptados a cada caso. Cuide dos fatores de risco e faça acompanhamento regular.

Para aprofundar e acessar materiais confiáveis sobre arritmia cardíaca, visite https://nav.dasa.com.br/blog/arritmia-cardiaca.

Perguntas frequentes

  • O que significam palpitações e tontura?
    Palpitações são sensações de batida forte, rápida ou irregular. Tontura pode indicar que o coração não está bombeando adequadamente. Procure avaliação se forem frequentes ou intensas.
  • Quando devo ir ao pronto-socorro?
    Vá imediatamente se houver desmaio, dor no peito intensa, falta grave de ar ou suor frio — sinais que podem indicar risco sério.
  • Quais exames ajudam a identificar arritmia?
    ECG, monitor Holter, ecocardiograma e teste de esforço. Em casos complexos, estudo eletrofisiológico ou ressonância cardíaca.
  • Dá para prevenir arritmias?
    Sim. Controle doenças crônicas, pare de fumar, reduza álcool e cafeína, pratique exercícios e mantenha acompanhamento médico regular.
  • Como é o tratamento da arritmia?
    Pode incluir medicamentos, ablação por cateter, marcapasso ou desfibrilador; anticoagulantes quando há risco de coágulo. A abordagem depende do tipo e da gravidade.

Fontes e leitura recomendada: https://nav.dasa.com.br/blog/arritmia-cardiaca

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